Quem são, afinal, os clientes da Laplace?

Para quem é que criamos realmente valor?

Nos últimos tempos, enquanto equipa, temos refletido sobre uma questão que é central para qualquer negócio de consultoria: quem são, afinal, os nossos clientes? Ou, indo um pouco mais além, em que contextos é que conseguimos criar mais valor nos processos imobiliários.

Esta reflexão não surge por acaso. Surge da prática, do trabalho desenvolvido, dos projetos concretizados e dos processos acompanhados. No fundo, de uma análise simples, mas essencial: quem nos tem contratado, em que situações conseguimos ajudar de forma consistente e onde o nosso know-how faz, de facto, a diferença.

Ao longo deste percurso, fomos identificando alguns perfis onde a nossa intervenção tem sido particularmente relevante.

O proprietário do ativo imobiliário

Foi um dos primeiros perfis de cliente em que apostámos de forma clara. Falamos, muitas vezes, de proprietários com terrenos ou edifícios com potencial, mas sem o enquadramento técnico, financeiro ou estratégico necessário para estruturar um processo de valorização.

Nestes casos, o nosso papel passa por:

  • identificar o potencial real do ativo;

  • estruturar cenários de desenvolvimento ou otimização;

  • avaliar riscos, custos e retornos;

  • apoiar a tomada de decisão num contexto frequentemente complexo.

Mais do que “estudar ativos”, ajudamos proprietários a ganhar clareza para tomar decisões alinhadas com os seus objetivos e necessidades.

Arquitetos

Temos vindo a trabalhar com arquitetos, sobretudo nas fases iniciais de conceptualização dos projetos.

O nosso contributo não é desenhar, mas complementar o processo criativo com uma leitura financeira, de mercado e de viabilidade. Esta articulação permite que o conceito arquitetónico seja desenvolvido desde a origem com critérios de aplicabilidade ao mercado e ao target a que se destina.

O feedback tem sido claro: melhor alinhamento entre visão e realidade, processos mais fluidos e projetos mais valorizados desde a sua génese.

Advogados

Temos apoiado advogados envolvidos em processos imobiliários complexos — heranças, legalizações, regularizações ou questões de registo.

Nestes contextos, o nosso trabalho traduz-se numa análise técnica e estratégica do ativo e do processo, muitas vezes materializada num verdadeiro caderno de informação, onde são apresentados:

  • diferentes cenários possíveis;

  • opções de valorização ou alienação;

  • implicações técnicas, económicas e operacionais.

Esta base de informação permite que o enquadramento jurídico seja feito com uma compreensão mais ampla, objetiva e fundamentada da realidade do ativo.

Mediadores imobiliários (sobretudo pequenas empresas e freelancers)

É um perfil com quem ainda não trabalhamos tanto quanto gostaríamos, mas onde identificamos um enorme potencial — sobretudo quando lidam com ativos mais complexos.

Falamos de terrenos ou edifícios com necessidade de valorização ou otimização, onde o nosso apoio passa por:

  • estruturação de modelos de negócio e business plans;

  • definição de critérios de risco;

  • apoio à determinação do valor do ativo;

  • e, em alguns casos, estruturação e coordenação do processo de alienação.

Este trabalho permite ao mediador aumentar significativamente a probabilidade de sucesso em processos com elevado potencial, mas que, pela complexidade associada, acabam muitas vezes por não receber o tempo, a profundidade e a estruturação que exigem.

Clientes institucionais e investidores / promotores imobiliários

Temos também apoiado clientes institucionais e investidores/promotores, sobretudo em contextos de transação e de desenvolvimento imobiliário.

Aqui, o nosso papel incide maioritariamente em Due Diligences Técnicas e Comerciais, bem como na análise crítica de pressupostos de projeto e de investimento. Trata-se de uma intervenção menos operacional e mais estratégica, com o objetivo de reduzir incerteza, antecipar riscos e apoiar decisões num contexto onde o rigor da informação é determinante.

Em síntese

O que une todos estes clientes e parceiros é uma necessidade comum: transformar ativos e processos complexos em decisões claras, estruturadas e fundamentadas.

É precisamente aí que criamos valor. E é aí que está o nosso foco.

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